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Creditos online

Tudo o que procura saber sobre crédito pessoal, créditos online, finanças pessoais e conselhos de poupança.

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Ter | 23.02.10

Arredondamentos no crédito - Afinal em que ficámos?

Nelson

Desde Janeiro de 2007 que saiu uma lei que obrigava os bancos a arredondar os créditos á habitação á milésima. Esta era uma medida á muito esperada e reivindicada por diversas ocasiões pela DECO. Muito barulho se fez á volta disto e muitos jornais se venderam graças a ás clausulas abusivas praticadas pelos bancos até á data.



A devolução do dinheiro, caiu no esquecimento?


Na altura muito se falou dos bancos serem obrigados a devolver o dinheiro indevidamente cobrado aos seus clientes e até se chegou a fazer contas e cartas tipos para enviar ás entidades bancárias para a devolução do dinheiro. Já passaram mais de três anos e agora tudo parece convenientemente esquecido, a grande banca parece levar a melhor mais uma vez neste país pequenino. A última vez que se falou neste assunto na comunicação tudo estava em tribunal e aguardava-se uma decisão. Os consumidores ficam sem saber se a dita decisão alguma vez existir devido ao facto de todos se terem "esquecido" do assunto.

 

Com a agravante de com os anos a passarem as pessoas desfazem-se de documentos desnecessários e se alguma vez necessitarem deles provavelmente irão ter que recorrer aos próprios bancos para os ajudarem. Suspeito que devido ao pouco interesse dos bancos em fornecer tais documentos dificultem a tarefa e cobrem valores absurdos para o seu fornecimento. Mantenha-mos a esperança que tudo se resolva mais rapidamente do que aquilo que se tem verificado até aqui e que a DECO contribua para o não esquecimento desta situação.
 

Ter | 09.02.10

Insólito: Empréstimos Pessoais para Salvar Empresa

Nelson

Voçê contrairia um credito pessoal para ajudar a empresa onde trabalha?


Já há quem contraia empréstimos pessoais para salvar o local de trabalho. Esta estranha historia passou-se na empresa Alicoop, proprietária da cadeia de lojas Alisuper. Encontrando-se com graves dificuldades financeiras a gerência induziu os funcionários a contraírem créditos pessoais para injectarem fundos no capital próprio da empresa. Os funcionários, vendo esta proposta como sendo a única solução para salvar o posto de trabalho aceitaram, e agora agonizam com a possibilidade da empresa declarar falência e eles ficarem comprometidos perante a banca e no desemprego.


Estes empréstimos possibilitaram á empresa respirar mais calmamente durante algum tempo, mas os cerca de 1,5 milhões de euros injectados já lá vão a empresa encontra-se novamente na mesma situação em que se encontrava á dois anos quando persuadiu os seus colaboradores a aceitar esta medida.


"Crédito pessoal ou Desemprego?"


Esta parece ter sido a pergunta posta aos colaboradores, que sofreram uma clara pressão para aceitar a contracção destas dividas. Vários funcionários afirmaram que a gerência encostou os colaboradores á parede, deixando-lhes apenas duas alternativas ou assinam o papel ou procurar emprego noutras paragens.

Parece-me a mim que o desespero nesta situação assassinou qualquer ponta de sensatez que estas pessoas tinham. Se antes o pior que lhes podia acontecer era perder ficar sem emprego, neste momento afigura-se um cenário bastante mais assustador pois para além de ficarem sem emprego ficam a ter que pagar um empréstimo que beneficiou terceiros. Agora como se faz? É uma questão ingenuamente posta pelos trabalhadores desta empresa que ainda não estão a ver bem a encrenca em que se meteram. A juntar ao rol de todos os problemas que os envolvem, muitos destes trabalhadores vão ter problemas quando necessitarem de recorrer a um financiamento no futuro, isto compromete todo o futuro das famílias destas pessoas, pois todos sabemos a importância dos créditos nas nossas vidas actuais.


Alguns funcionários já relataram que sentiram isto mesmo, tentaram fazer créditos pessoais para comprar automóveis e viram  as suas intenções serem inviabilizadas pela recusa do crédito automóvel.

É de louvar a atitude e as boas intenções destes trabalhadores que deram muito de si por esta empresa. Vamos ver se no final da história a empresa retribuirá e agradecerá esta ajuda invulgar que teve da parte dos seus trabalhadores.